terça-feira, 27 de setembro de 2011

Colóquio: "Os extremismos políticos de direita: entre a tradição e a renovação"

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Depois de ter organizado, há quase um ano, o seminário Ideias e percursos das direitas portuguesas, o investigador italiano Riccardo Marchi (ICS/UL), autor de Folhas Ultras - As ideias da direita radical Portuguesa (1939-1950) e Império, Nação, Revolução, preparou agora, juntamente com os investigadores Fábio Chang de Almeida (UFRGS/ICS-UL) e Lendro Pereira Gonçalves (PUC-SP/ICS-UL), um colóquio internacional subordinado ao tema Os extremismos políticos de direita: entre a tradição e a renovação.
Este encontro realizar-se-á durante durante os próximos dias 29 e 30 de Setembro, em Lisboa, nas instalações do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
A entrada é livre.

Dia d'ODiabo

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domingo, 18 de setembro de 2011

Méridien Zéro e a actualidade

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Hoje, no programa Méridien Zéro serão feitas reflexões sobre a actualidade com dois dos colaboradores habituais, PGL e Monsieur K. A emissão tem início às 22 horas portuguesas e pode ser seguida através da Radio Bandiera Nera.

sábado, 17 de setembro de 2011

A História em revista

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Perante a quase ausência de revistas de divulgação histórica nacionais, há disponíveis no mercado português vários títulos estrangeiros, principalmente oriundos da Europa, mas também alguns provenientes do continente americano. No entanto, a francesa “La Nouvelle Revue d’Histoire” (67 páginas, 7,90 euros) destaca-se claramente, tanto pela sua alta qualidade, no geral, como pelo elevado nível de análise e dos seus colaboradores, bem como pela actualidade e pertinência dos temas abordados e, ainda, pelo seu grafismo simples mas atractivo, com uma bela e útil ilustração dos artigos. É um privilégio podê-la encontrar nas bancas portuguesas desde o início de 2007. Tem periodicidade bimestral, publicando também semestralmente um número especial monotemático, com a mesma dimensão e preço.

É dirigida pelo historiador Dominique Venner, autor de inúmeros livros que versam temas tão variados como as armas, a Europa, a Resistência, a Colaboração, o fascismo alemão, a guerra civil russa, o terrorismo, entre outros. Da sua ampla bibliografia, apenas uma obra foi até agora publicado em português. Trata-se de “O Século de 1914. Utopias, Guerras e Revoluções na Europa do Século XX”, editado pela Civilização Editora, em 2009, com tradução de Miguel Freitas da Costa. Uma síntese formidável para melhor compreender o século passado e perceber a actual situação da Europa.

Numa entrevista de apresentação da revista, Venner afirmou que o objectivo principal da “NRH” é dar uma outra visão da História, ao contrário da interpretação que domina actualmente o ensino e os ‘media’, que têm uma visão puramente maniqueísta entre os bons e os maus. Para tal, conta com uma equipa de especialistas permanentes, dos quais se destacam o historiador Philippe Conrad, o medievalista Jacques Heers, o contemporanista François-Georges Dreyfus, o africanista Bernard Lugan, o geopolitólogo Aymeric Chauprade, o cronista Péroncel-Hugoz, entre tantos outros.

O n.º 56, relativo aos meses de Setembro e Outubro, disponível nas bancas nacionais, tem como tema central “O imprevisto na História” e oferece um excelente dossier com vários artigos de Dominique Venner, Yann Le Bohec, Bartolomé Bennassar, Jean-François Gautier, Philippe Conrad, Jean Kappel, Jean des Cars e Pascal Gauchon. Destaque ainda para os artigos “As fontes históricas de Tintin”, de Francis Bergeron, “França e Alemanha: economias comparadas”, de François-George Dreyfus,e “O choque da potência americana”, de Aymeric Chauprade. Para além disso, podemos também ler três entrevistas. A primeira com Paul Gottfried, sobre “as metamorfoses do conservadorismo americano”, a segunda com Pascal Gauchon, sobre “o ensino, a história e a geoeconomia”, e por fim uma com o director da revista sobre o seu novo livro, “Le choc de l'histoire”, no qual afirma que “a França e a Europa entraram numa época inédita”. Como sempre, há ainda outros artigos e as secções habituais de actualidade e crítica de livros. Uma referência na divulgação histórica.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Portugal

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Esta é a ditosa Pátria minha amada
Camões


"O imediatismo, o relativismo, o materialismo, a atomização da sociedade, são alguns dos sintomas da decadência de que padece o mundo ocidental moderno. No caso concreto do nosso país, vemos como cada vez mais autóctones vão ficando desligados – no sentido profundo do termo – da sua terra, arrancados das suas raízes. Parece que Portugal “já não vale a pena” e que o que é “bom” está lá fora. Para muitos, o sentido de pertença vai-se esvaindo lentamente. Como um ácido que corrói pacientemente a nossa identidade. Para além da indiferença generalizada, há os derrotistas habituais, que garantem que “tudo está perdido”, que “não há solução”.

Mas, como demonstra a mais importante lição que a História da Europa nos deu, é sempre possível renascer. Para um renascimento é indispensável uma vontade e homens que a encarnem, desinteressadamente e com sentido de dever. É necessário – sempre – um espírito trágico. Esse sentimento imbuído que levou os europeus, desde a aurora da nossa civilização, a alcançar o impensável contra as maiores adversidades.

Ser português, hoje como ontem, é sentir Portugal. Encarnar um elo na cadeia da perenidade. Por muito que o futuro próximo se vislumbre negro, os portugueses que acreditam na sua Pátria devem ser “homens de pé entre as ruínas”, como diria Evola. Fiéis herdeiros da sua História, da sua Cultura, mas movidos por uma saudade do futuro. E basta que sejam “poucos, mas bons”, como tão bem ensinou a sabedoria popular. As maiorias nunca mudaram a História e os heróis forjam-se na tempestade.

Não há Portugal sem portugueses."


Duarte Branquinho
in "O Diabo", n.º 1811, 13 de Setembro de 2011.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O Fim da Ortografia

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“O Fim da Ortografia. Comentário razoado dos fundamentos técnicos do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)”, de António Emiliano, professor de Linguística na Universidade Nova de Lisboa, publicado em 2008 pela Guimarães, é uma segunda versão do texto apresentado nesse ano ao Presidente da República na audiência concedida aos signatários da petição “Em defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico”.

É um livro implacável que desmonta, tecnicamente, ponto por ponto, o Acordo Ortográfico, concluindo que se trata de “uma reforma ortográfica inexplicável”. Para António Emiliano, esta reforma, “por atentar contra a estabilidade do ensino, a valorização da língua e a integridade do seu uso, valores que a Constituição consagra e protege, (...) não serve o interesse de Portugal e deve, em consequência, ser impugnada e rejeitada.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Desobedecer!

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"Devemos desobecer ao Acordo Ortográfico", disse António Emiliano, professor de Linguística na Universidade Nova de Lisboa, na entrevista feita por Duarte Branquinho e publicada na passada semana nas páginas centrais de "O Diabo", jornal que se opõe ao Acordo. A ler e divulgar, pela defesa da nossa Língua.

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domingo, 11 de setembro de 2011

Méridien Zéro e o 11 de Setembro

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Hoje, o programa Méridien Zéro é dedicado ao 11 de Setembro e tem como convidados Lucien e Hubert Marty-Vrayance, dois dos autores do livro-choque "le 11 septembre n'a pas eu lieu". A emissão tem início às 22 horas portuguesas e pode ser seguida através da Radio Bandiera Nera.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Foi você que pediu um Acordo Ortográfico?

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Um título engraçado, mas esclarecedor, para um opúsculo sobre um assunto demasiado sério. “Foi você que pediu um Acordo Ortográfico?”, de António Emiliano, professor de Linguística na Universidade Nova de Lisboa, publicado pela Guimarães, com prefácio de Vasco Graça Moura, foi apresentado publicamente em Maio de 2008 no Grémio Literário, em Lisboa.  Não perde a actualidade na mobilização contra este verdadeiro atentado contra a nossa Língua. A conclusão não podia ser melhor: "O Acordo Ortográfico de 1990 é, objectivamente, um atentado contra o nosso património, o nosso povo e o nosso desenvolvimento. Acordo não, obrigado. Não pedimos, não queremos, e, sobretudo, não precisamos."
 
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