terça-feira, 29 de novembro de 2011

Encontro Pessoa/Cioran

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«A missão imperial a que têm que obedecer as duas nações que formam o Império Português encontra-se estabelecida nas seguintes origens: (a) como memória e tradição, a fundação da civilização universal moderna pelo Infante D. Henrique, (b) como propósito e utopia, a criação, pelos Sebastianistas, da ideia de um Império Português, designado como o Quinto Império, e formado em bases diversas das de todos os impérios passados, (c) como tipo de acção, a concentração em uma unidade espiritual, a criar progressivamente, da tradição em que assenta a razão histórica do Quinto Império, e da esperança em que reside a razão religiosa d'ele.»
Fernando Pessoa num inédito sobre O Grémio da Cultura Portugueza.

«Só agimos sob o fascínio do impossível: o mesmo é dizer que uma sociedade incapaz de dar à luz uma utopia e de se lhe entregar se encontra de esclerose e ruína.»
Emil Cioran em História e Utopia.


Decorrerá no próximo dia 30 de Novembro, pelas 17:00, nas instalações da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), o Encontro Pessoa/Cioran, promovido pelo Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e Cultura em Portugal. Com o objectivo de lembrar os 76.º aniversário da morte de Fernando Pessoa, no ano em que se comemoram os 100 anos do nascimento de Emil Cioran, este evento contará com as intervenções de Paulo Borges, Costa Macedo, José Almeida e Elsa Cerqueira.
No final da sessão, haverá ainda espaço para a apresentação do 3.º número da revista Cultura Entre Culturas, dedicado a Fernando Pessoa, assim como da mais recente obra de Paulo Borges, intitulada Teatro da vacuidade ou a impossibilidade de ser eu. A entrada é livre e aberta a toda a comunidade.

Dia d'O Diabo

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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Que ler? Venner!

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"O Século de 1914" é uma obra imprescindível de Dominique Venner, publicada em Portugal pela Civilização, com tradução de Miguel Freitas da Costa. Este é um livro para ler e reler, e para depois a ele continuar a recorrer. É, de facto, um livro inspirador e uma síntese formidável para melhor compreender o século XX e perceber a actual situação da Europa.


Da ampla bibliografia de Venner, há outro livro que é ainda mais importante: "Histoire et tradition des Européens. 30 000 ans d'identité". Esperemos que um dia seja também traduzido para a nossa língua. Este regresso às origens, às referências europeias maiores, é um apelo ao renascimento de uma identidade multimilenar.


Referência ainda para outro livro excelente, "Le Coeur Rebelle", onde Venner faz uma reflexão autobiográfica profunda, falando do activismo político, da guerra, da prisão e da forma como mudou ao longo da vida sem no entanto se arrepender do passado.


Por fim, é sempre de recomendar a óptima e obrigatória "La Nouvelle Revue d'Histoire", dirigida por Dominique Venner, que se vende nas bancas portuguesas.

domingo, 27 de novembro de 2011

Manifestação da CasaPound em Nápoles

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A manifestação de ontem organizada pela CasaPound juntou mais de quatro mil pessoas em Nápoles.

Pierre Vial no Méridien Zéro

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Hoje, às 22 horas portuguesas, será emitido mais um programa do Méridien Zéro, a antena francesa da Radio Bandiera Nera, que tem como convidado Pierre Vial, presidente da associação Terre et Peuple.

sábado, 26 de novembro de 2011

Memória

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O homem do futuro será o que tiver a mais longa memória.
Nietzsche

Aparentemente, fazem hoje sucesso certos programas televisivos onde verdadeiros gebos demonstram publicamente um desconhecimento profundo e escandaloso sobre matérias que deviam ser básicas. Para gáudio de espectadores que não ficam muito atrás destas tristes figuras, revelam uma total ausência daquilo a que comummente se chama “cultura geral”.

Mas pior, esta ignorância estende-se a cada vez mais pessoas e ao conhecimento da História de Portugal e da cultura portuguesa. Neste campo, o problema também vem de cima. O ensino das humanidades e das letras é preterido em favor das “áreas técnicas”, que supostamente garantirão emprego. Consequência directa da ultra-especialização imposta pelo modelo capitalista no mundo ocidental e que, agora, alastra pelo globo.

O historiador francês Dominique Venner escreveu: "Não há futuro para quem não sabe de onde vem, para quem não tem a memória de um passado que o fez aquilo que é." Sábias palavras de um homem experimentado. É uma das explicações fundamentais para a nossa actual falta de direcção.

Há que, contrariando o embrutecimento intelectual generalizado, cultivar a nossa memória e passá-la de geração em geração. Aprender com a História, com as provas e privações do passado que nos conduziram ao que hoje somos, é essencial para traçar o caminho a seguir.

A nossa memória garante o nosso futuro.

Duarte Branquinho
in "O Diabo", n.º 1819, 8 de Novembro de 2011.

domingo, 20 de novembro de 2011

Panorama europeu no Méridien Zéro

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Hoje, às 22 horas portuguesas, será emitido mais um programa do Méridien Zéro, a antena francesa da Radio Bandiera Nera, sobre o panorama actual europeu e que terá uma participação lusitana. De regresso a este programa, novamente conduzido pelo Lt. Sturm auxiliado pelo PGL, Duarte Branquinho, presidente da Terra e Povo, foi convidado a comentar ao lado de Pierre Vial, presidente da Terre et Peuple, Gabriele Adinolfi, director do Centro Studi Polaris, e Georges Feltin-Tracol, responsável pelo Europe Maxima.

José Antonio presente!

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"Preferimos José Antonio a outros mestres tão coerentes, talvez mais ortodoxos, talvez mais lúcidos... Porque para nós ele significa a Coragem, a Fidelidade, a Alegria, a Juventude, o «sentido ascético e militar da Vida», queremos esse Paraíso difícil, implacável, onde se está de pé com os Anjos. Como ele somos jovens e temos Camaradas, como ele pedimos ao Senhor Deus das Tempestades e das Batalhas, que nos dê o Caminho mais difícil e mais justo, leve a capitólios ou rochas tarpeias não importa, mas que seja o nosso Caminho. E que o sigamos com a mesma Fidelidade, a mesma Alegria, o mesmo Amor, com que José Antonio o trilhou, desde sempre, por boas e más horas, do Discurso da Comédia aquela manhã de Novembro, em Alicante, quando uma vez mais o rubro do Sangue e o negro da Terra se fundiram no epílogo dum «destes combates em que se deixa a pele e as entranhas»."

Jaime Nogueira Pinto
in «Agora», n.º 332, pág. 7, 25.09.1967.
 
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