domingo, 6 de março de 2011

Méridien Zéro e os Indo-Europeus

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Esta semana, o programa Méridien Zéro tem como convidado Jean Haudry, conhecido linguista francês e fundador do Instituto de Estudos Indo-Europeus na Universidade Lyon III. O tema da emissão, como não podia deixar de ser, são os Indo-Europeus. Como é habitual, o programa tem início às 22 horas portuguesas e pode ser escutada através Radio Bandiera Nera.

sábado, 5 de março de 2011

"Guerra Justa", Terrorismo, Estado de Urgência e "Nomos da Terra"

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Guerra Justa, Terrorismo, Estado de Urgência e Nomos da Terra - a Actualidade de Carl Schmitt
Alain de Benoist
Antagonista Editora
156 Páginas

Neste seu trabalho Alain de Benoist contesta radicalmente a legitimidade teórica, política e moral do conceito de “guerra justa”, contra o terrorismo “global”. Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar. Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais. De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.
O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.

Encomendar através de: Antagonista Editora, Wook, Fnac.   

sexta-feira, 4 de março de 2011

O Mago da Floresta Negra

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«Uma civilização, por mais superior que seja, não passa de um colosso com pés de barro, se o nervo viril perde o vigor.»

Ernst Jünger
in “A Guerra como Experiência Interior”, Ulisseia (2005).

A Longa Emergência

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"A confusão entrópica em que a nossa economia se transformou é a explosão final da última fase do industrialismo baseado no petróleo. As práticas destrutivas conhecidas pelo nome de «mercado livre global» foram engendradas pela nossa corrida e chegada ao pico mundial de produção petrolífera. Trata-se do clímax lógico da «história» do petróleo, que exigiu a destruição de todos os anteriores impedimentos — logísticos, políticos, morais e culturais — a fim de maximizar o presente em detrimento do futuro, e de o fazer para beneficiar um punhado de pessoas em detrimento da maioria. Nos Estados Unidos, o mercado livre global tornou-se a ortodoxia reinante dos dois partidos políticos, contestada apenas por marginais excêntricos com piercings no nariz. Quando o mundo reconhecer que a produção de petróleo ultrapassou o seu pico, a globalização já estará morta, tanto na teoria como na prática."

James Howard Kunstler
in "O Fim do Petróleo - O Grande Desafio do Século XXI", Bizâncio, 2006.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Alain de Benoist em Coimbra

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Alain de Benoist está de regresso ao nosso país para marcar presença no II Colóquio Intradepartamental "Aprofundar a crise", promovido pelo Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. A sua conferência, sob o tema “As Origens da Crise Financeira”, será proferida amanhã, às 11.45, no anfiteatro IV da FLUC, com apresentação de Alexandre Franco de Sá.

E o povo, pá?

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"«E o povo?», dir-se-á. O pensador ou o historiador que usar este termo sem ironia ficará desqualificado. O «povo» — sabemos demasiado bem a que está destinado o povo: sofrer os acontecimentos, e as fantasias dos governantes, prestando-se a desígnios que os afectam e oprimem. Toda a experiência política, por «avançada» que seja, se desenrola a expensas suas, dirigindo-se contra ele: o povo carrega os estigmas da escravidão por mandamento divino ou diabólico. Inútil apiedarmo-nos da sua sorte: a causa não tem remédio. As nações e impérios formam-se graças à complacência do povo diante das iniquidades de que é alvo. Não há chefe de Estado nem conquistador que o não despreza; mas ele aceita esse desprezo, e dele vive. Deixasse o povo de ser apático ou vítima, deixasse de assistir simplesmente aos seus destinos, que a sociedade se dissiparia, e, com ela, a história sem mais. Não sejamos mais optimistas: nada da sua parte permite que encaremos uma tão bela eventualidade. Tal como é, representa um convite ao despotismo. Suporta as suas provações, por vezes solicita-as, e só se revolta contra elas para se precipitar noutras novas, mais atrozes do que as antigas. Sendo a revolução o seu luxo, lança-se nela, não tanto para disso extrair alguns benefícios ou melhorar a sua sorte, como para adquirir também ele o direito de ser insolente, vantagem que o consola dos seus vexames habituais, mas que perde assim que são abolidos os privilégios da desordem. Como não há regime que lhe garanta a salvação, acomoda-se a todos e a qualquer um. E, desde o Dilúvio até ao Dia de Juízo, tudo aquilo a que pode aspirar é a cumprir honestamente a sua missão de vencido".

E. M. Cioran
in História e Utopia, Betrand Editora.

Somos leões contra hienas

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quarta-feira, 2 de março de 2011

Teremos sempre Paris

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Vontade, abnegação e sacrifício

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"Registe-se que o combate ideológico não é nada de meramente contemplativo e especulativo. Se os homens agem por ideias, as ideias têm de ser, permanentemente, inseridas na acção. Por isso, o combate ideológico não constitui simples episódio intelectual a que se sigam momentos e fases de outra índole. É uma realidade perene, omnipresente, indestrutível, a requerer um constante esforço, uma pertinácia constante, uma eterna e ininterrupta decisão. Começar e recomeçar incessantemente, eis a sua condição essencial e primeira. Definir as ideias, exaltar os heróis e, depois, cruzar os braços e esperar pelos acontecimentos, é ficar a menos de meio caminho. As ideologias têm de ser esforçadamente, teimosamente, incutidas nas almas, nos intelectos, nas condutas. Uma persistência inabalável é o substractum mesmo do combate ideológico, razão e querer fundindo-se numa só peça. Sem isto, uma doutrina não passa de veleidade mental, a ser vencida e ultrapassada por outras doutrinas que saibam formular-se e impor-se pela vontade, a abnegação e o sacrifício."

António José de Brito
in «Agora», n.º 324, 30.10.1967.

terça-feira, 1 de março de 2011

Progresso e Democracia

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"Naturalmente, quando nos encontramos perante uma ideia como a de igualdade ou de progresso, ou doutros dogmas laicos que a quase totalidade dos nossos contemporâneos aceita cegamente, noções que, na sua maior parte, começaram a ser formuladas no decurso do século XVIII, não é possível admitir que essas ideias tenham nascido espontaneamente.
Tratava-se, em suma, de verdadeiras sugestões, no sentido mais estrito da palavra, sugestões que, a prazo, não puderam agir senão num meio preparado para as receber; não criaram, no seu conjunto, um estado de alma que caracteriza a época moderna, mas contribuíram largamente para a alimentar e desenvolver; até um certo ponto, que sem dúvida, não teria podido ser atingido sem elas...
Se tais sugestões desaparecessem, a mentalidade geral rapidamente mudaria de orientação; é por isso que são escrupulosamente mantidas por todos aqueles que têm algum interesse em conservar a desordem, senão em agravá-la, e é também a razão pela qual, numa época em que se pretende submeter tudo á discussão, estas ideias são, desde há muito, as únicas que não é permitido discutir e só são abordadas a partir de pontos de vista parciais e conformistas."

René Guénon
in Hierarquia e Democracia, Hugin, 2001.

Dia d'O Diabo

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