quinta-feira, 4 de julho de 2013
Semanário O Diabo: “As soberanias nacionais estão mortas”
Semanário O Diabo: “As soberanias nacionais estão mortas”: David Icke, o sempre polémico autor britânico, com milhares de livros vendidos em todo o planeta, discursou para centenas de pessoas nas ime...
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Breviário dos insubmissos
Dominique Venner
in "Un samouraï d’Occident. Le Bréviaire des insoumis".
terça-feira, 18 de junho de 2013
Venner: Coração Rebelde
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18.6.13
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Duarte Branquinho,
Humberto Nuno de Oliveira,
Terra e Povo
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A conferência-homenagem a Dominique Venner, organizada pela Terra e Povo, que decorreu no passado dia 15 de Junho, em Lisboa, foi um sucesso. Obrigado a todos os presentes, bem como aos que não puderam ir, mas manifestaram o seu apoio e interesse.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Conferência de homenagem a Dominique Venner
Intervenções:
Duarte Branquinho - "Uma vida de combatente"
Humberto Nuno de Oliveira - "Historiador sem amarras"
domingo, 9 de junho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Médien Zéro dedica emissão a Dominique Venner
Hoje, às 20 horas portuguesas, será transmitido mais um programa do Méridien Zéro, a antena francesa da Radio Bandiera Nera, que será dedicado a Dominique Venner.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
As razões de uma morte voluntária
Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris.
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e os meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
Dominique Venner
Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e os meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.
Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.
Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.
Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.
Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.
Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.
Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.
Dominique Venner
terça-feira, 21 de maio de 2013
Dominique Venner (1935 - 2013)
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Livro "Grandes Chefes da História de Portugal" apresentado no Porto
Apresentação da obra "Grandes Chefes da História de Portugal"
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por Dom Manuel Clemente, Bispo do Porto
***
17 Abril | 17h30 | Sala de Reuniões
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
O Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal do Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a Texto Editores têm a honra de convidar V. Ex.ª para a sessão de lançamento do livro "Grandes Chefes da História de Portugal".
Contando com a presença da Professora Doutora Maria de Fátima Marinho, Directora da Faculdade de Letras, bem como de Ernesto Castro Leal e José Pedro Zúquete, coordenadores desta obra, a apresentação ficará a cargo de Dom Manuel Clemente, Bispo do Porto e Prémio Pessoa.
Esta sessão realizar-se-á quarta-feira, dia 17 de Abril, na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
No final será servido um Porto de Honra.
Mais informações: http://ifilosofia.up.pt/gfmc/?p=activities&a=ver&id=489
![]() |
| (Clicar no convite para ampliar.) |
terça-feira, 2 de abril de 2013
A obra e o pensamento de Pinharanda Gomes
Ao longo de meio século, Pinharanda Gomes produziu uma obra ímpar, pela sua extensão e qualidade, no domínio da historiografia do pensamento português, como é reconhecido por todos aqueles que se dedicam ao estudo da nossa reflexão filosófica multissecular.
Desde a Introdução à História da Filosofia Portuguesa (1967), dos sete volumes da série Pensamento Português (1969-1993), de A teodiceia portuguesa contemporânea (1974), A filosofia tomista em Portugal (1978) ou dos três volumes da pioneira História da filosofia portuguesa (1981, 1983 e 1991) – em que, pela primeira vez, a contribuição hebraica e árabe para a constituição de uma tradição especulativa autónoma foram consideradas global e sistematicamente –, até ao volume sobre Os Conimbricenses (1992 e 2005), aos estudos dedicados à Escola Portuense (2005) ou à sua valiosa colaboração em diversos volumes da História do Pensamento Filosófico Português (1999-2004), dirigida pelo Professor Doutor Pedro Calafate, a obra historiográfica de Pinharanda Gomes tem-se caracterizado pela seriedade intelectual, pelo rigor hermenêutico, pela lúcida compreensão reflexiva de obras, autores e correntes, pela clareza expositiva e qualidade literária, que fazem dela um marco essencial nos estudos contemporâneos da nossa história filosófica.
Ao mesmo tempo, não deixou Pinharanda Gomes de realizar significativa obra especulativa própria, em livros e ensaios como Exercício da morte (1964), Peregrinação do Absoluto (1965), Teoria do pão e da palavra (1973), Pensamento e movimento (1974) ou Saudade ou do mesmo e do outro (1976).
Por outro lado, são ainda merecedoras de referência a sua continuada contribuição para o estudo da história e da etnografia da sua região natal e os importantes trabalhos que produziu no domínio da história da reflexão teológica portuguesa e da história eclesiástica do nosso país.
Desde a Introdução à História da Filosofia Portuguesa (1967), dos sete volumes da série Pensamento Português (1969-1993), de A teodiceia portuguesa contemporânea (1974), A filosofia tomista em Portugal (1978) ou dos três volumes da pioneira História da filosofia portuguesa (1981, 1983 e 1991) – em que, pela primeira vez, a contribuição hebraica e árabe para a constituição de uma tradição especulativa autónoma foram consideradas global e sistematicamente –, até ao volume sobre Os Conimbricenses (1992 e 2005), aos estudos dedicados à Escola Portuense (2005) ou à sua valiosa colaboração em diversos volumes da História do Pensamento Filosófico Português (1999-2004), dirigida pelo Professor Doutor Pedro Calafate, a obra historiográfica de Pinharanda Gomes tem-se caracterizado pela seriedade intelectual, pelo rigor hermenêutico, pela lúcida compreensão reflexiva de obras, autores e correntes, pela clareza expositiva e qualidade literária, que fazem dela um marco essencial nos estudos contemporâneos da nossa história filosófica.
Ao mesmo tempo, não deixou Pinharanda Gomes de realizar significativa obra especulativa própria, em livros e ensaios como Exercício da morte (1964), Peregrinação do Absoluto (1965), Teoria do pão e da palavra (1973), Pensamento e movimento (1974) ou Saudade ou do mesmo e do outro (1976).
Por outro lado, são ainda merecedoras de referência a sua continuada contribuição para o estudo da história e da etnografia da sua região natal e os importantes trabalhos que produziu no domínio da história da reflexão teológica portuguesa e da história eclesiástica do nosso país.
Colóquio «A Obra e o Pensamento de Pinharanda Gomes»
9 de Abril – Auditório Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto
14h00 – Sessão de Abertura – Presidida por Maria de Fátima Marinho (Directora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto), José Meirinhos e Maria Celeste Natário.
14h30 – Significado e valor da obra de Pinharanda Gomes – António Braz Teixeira.
15h00 – Entre Filosofia e Teologia
Ângelo Alves – Pinharanda Gomes: na esteira de Leonardo Coimbra, filósofo da liberdade e do amor infinito.
Joaquim Domingues – Um português peregrino.
Jorge Teixeira da Cunha – O pensamento teológico de Pinharanda Gomes.
Miguel Real – Pinharanda Gomes: o peregrino de Deus.
Samuel Dimas – A filosofia teológica de Pinharanda Gomes.
Manuel Cândido Pimentel – Pinharanda Gomes, um pensador religioso.
17h00 – Entre Filosofia e Cultura
Manuel Ferreira Patrício – Sobre o contributo de Pinharanda Gomes para a compreensão da educação portuguesa.
João Bigotte Chorão – Francisco Costa no itinerário de Pinharanda Gomes.
Rodrigo Sobral Cunha – O conhecimento na obra de Pinharanda Gomes.
Rui Lopo – Do exercício da morte ao descobrimento do Homem (para uma definição de cultura).
Renato Epifânio – Da serenidade entre ruínas (a colaboração de Pinharanda Gomes na Nova Águia).
19h00 – Testemunhos e apresentação de obras
Comissão organizadora: Maria Celeste Natário, António Braz Teixeira e Renato Epifânio.
Organização: Instituto de Filosofia da Universidade do Porto e Instituto de Filosofia Luso-Brasileira.
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