quinta-feira, 4 de julho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Breviário dos insubmissos

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«Temos o conforto, o saber, a opulência. Mas as nossas cidades não são mais cidades e as nossas antigas pátrias já não são o que eram. A excitação dos caprichos mais loucos fazem implodir a nossa civilidade. O dinheiro tornou-se o padrão exclusivo de todos os valores. Sob as aparências da democracia, não somos livres.As causas remontam há muito. Mas a História nunca é imóvel. Chegou o momento para os franceses e os europeus despertarem e libertarem-se. Como? Com certeza não é refazendo o que nos conduziu até onde nos encontramos. Não tendo uma religião à qual nos amarrar, temos desde Homero uma rica memória oculta, depósito de todos os valores sobre os quais refundar o nosso futuro renascimento. Diante do vazio sob os nossos pés, a voracidade demente do sistema financeiro, as ameaças de um conflito de civilização no nosso solo, este 'Breviário' propõe despertar a nossa memória e dar pistas novas para pensar, viver e agir de forma diferente, permitir a cada um reconstruir-se na fidelidade a modelos superiores.»

Dominique Venner
in "Un samouraï d’Occident. Le Bréviaire des insoumis".

terça-feira, 18 de junho de 2013

Venner: Coração Rebelde

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A conferência-homenagem a Dominique Venner, organizada pela Terra e Povo, que decorreu no passado dia 15 de Junho, em Lisboa, foi um sucesso. Obrigado a todos os presentes, bem como aos que não puderam ir, mas manifestaram o seu apoio e interesse.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Conferência de homenagem a Dominique Venner

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Intervenções:
Duarte Branquinho - "Uma vida de combatente"
Humberto Nuno de Oliveira - "Historiador sem amarras"

quarta-feira, 22 de maio de 2013

As razões de uma morte voluntária

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Esta foi a última mensagem que o escritor e historiador Dominique Venner deixou antes de se suicidar, ontem, na Catedral de Notre-Dame, em Paris.


Estou são de corpo e alma, cheio de amor para com a minha mulher e os meus filhos. Amo a vida e não espero nada para além dela, a não ser a perpetuação da minha raça e do meu espírito. Portanto, na noite da minha vida, perante os imensos perigos para com minha pátria francesa e europeia, sinto-me no dever de agir enquanto ainda tenho forças.

Penso ser necessário sacrificar-me para romper a letargia que nos abate. Ofereço o que ainda resta da minha vida numa intenção de protesto e de fundação. Escolho um lugar altamente simbólico, a catedral Notre Dame de Paris que eu respeito e admiro, edificada pelo génio dos meus antepassados sobre locais de cultos mais antigos, recordando as nossas origens imemoriais.

Enquanto tantos homens são escravos das suas vidas, o meu gesto encarna uma ética da vontade. Entrego-me à morte a fim de despertar as consciências adormecidas. Insurjo-me contra a fatalidade.

Insurjo-me contra os venenos da alma e contra os desejos individuais invasores que destroem as nossas âncoras identitárias, nomeadamente a família, alicerce íntimo da nossa civilização multimilenar. Tal como defendo a identidade de todos os povos em suas casas, insurjo-me também contra o crime que visa a substituição das nossas populações.

Como o discurso dominante não pode sair das suas ambiguidades tóxicas, cabe aos europeus tirar as suas conclusões. Não havendo uma religião identitária à qual nos possamos amarrar, partilhamos desde Homero uma memória própria, repositório de todos os valores sobre os quais refundaremos o nosso futuro renascimento em ruptura com a metafísica do ilimitado, a fonte nefasta de todos os desvios modernos.

Peço antecipadamente perdão a todos aqueles a quem a minha morte fará sofrer, primeiro à minha mulher, aos meus filhos e netos, bem como aos meus amigos e seguidores. Mas, uma vez esbatido o choque e a dor, não duvido que tanto uns como outros compreenderão o sentido do meu gesto e transformarão o seu sofrimento em orgulho. Desejo que estes se entendam para resistir. Encontrarão nos meus escritos recentes a prefiguração e a explicação do meu gesto.

Para qualquer informação, podem dirigir-se ao meu editor, Pierre-Guillaume de Roux. Ele não estava informado da minha decisão, mas conhece-me há muito tempo.

Dominique Venner

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dominique Venner (1935 - 2013)

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Dominique Venner, uma das nossas referências maiores, suicidou-se hoje em frente ao altar da Catedral de Notre-Dame. Um sacrifício ritual deste samurai do Ocidente, no altar da Pátria, para "despertar as consciências adormecidas".

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Livro "Grandes Chefes da História de Portugal" apresentado no Porto

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Apresentação da obra "Grandes Chefes da História de Portugal" 
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por Dom Manuel Clemente, Bispo do Porto 
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 17 Abril | 17h30 | Sala de Reuniões
Faculdade de Letras da Universidade do Porto 

O Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal do Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a Texto Editores têm a honra de convidar V. Ex.ª para a sessão de lançamento do livro "Grandes Chefes da História de Portugal". Contando com a presença da Professora Doutora Maria de Fátima Marinho, Directora da Faculdade de Letras, bem como de Ernesto Castro Leal e José Pedro Zúquete, coordenadores desta obra, a apresentação ficará a cargo de Dom Manuel Clemente, Bispo do Porto e Prémio Pessoa. 

Esta sessão realizar-se-á quarta-feira, dia 17 de Abril, na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 

No final será servido um Porto de Honra. 

Organização: Grupo de Investigação Raízes e Horizontes da Filosofia e da Cultura em Portugal / Instituto de Filosofia da Universidade do Porto

Mais informações: http://ifilosofia.up.pt/gfmc/?p=activities&a=ver&id=489

(Clicar no convite para ampliar.)
 
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